domingo, 28 de março de 2010

Música (Sintonize)

Adriana Calcanhoto
Partimpim
Adriana Partimpim é o sétimo álbum e o primeiro infantil da cantora e compositora Adriana Calcanhotto. O álbum recebeu um disco de ouro (o que significa que vendeu mais de 100 mil cópias no país).
Filha de um baterista de jazz e de uma bailarina, a música sempre esteve presente na vida da cantora, que já aos 6 anos de idade aprendia os primeiros acordes no violão e que, desde então, se afirmou como uma das mais talentosas e respeitadas artistas brasileiras. "Adriana Partimpim" é o primeiro "álbum infantil" da cantora (Partimpim é o apelido de infância de Adriana), a qual conseguiu fazer um disco com músicas para crianças mas tanbém para adultos. Para compor este álbum, Adriana foi buscar canções pouco conhecidas e adicionou-lhes um toque especial com o violão brasileiro e a guitarra portuguesa de António Chainho.

Músicas:
1. Lição de Baião (03:16)
2. Oito Anos (03:08)
3. Lig-Lig-Lig-Lé (02:38)
4. Fico Assim Sem Você (03:08)
5. Canção da Falsa Tartaruga (04:07)
6. Formiga Bossa Nova (02:28)
7. Ciranda da Bailarina (04:49)
8. Ser de Sagitário (03:03)
9. Borboleta (02:30)
10. Saiba (03:01)

Fontes:
http://www.ponto.altervista.org/Musica/recensioni/scheda16.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Adriana_Partimpim

Filme [Essencial]

SIDEWAYS
Entre Umas E Outras
Lançamento: 2004 (EUA)
Direção: Alexander Payne
Estúdio: Fox Searchlight Pictures / Sideways Productions Inc. / Michael London Productions
Distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
Elenco: Paul Giamatti ,
Thomas Haden Church ,
Virginia Madsen ,
Sandra Oh ,
Marylouise Burke
Sinopse:
Miles Raymond (Paul Giamatti) é um homem depressivo, que tenta se tornar um escritor. Miles é fascinado por vinhos e decide dar como presente de despedida de solteiro a Jack (Thomas Haden Church), seu melhor amigo, uma viagem pelas vinículas do Vale de Santa Inez, na California. Eles partem juntos na viagem, mas logo se envolvem com duas mulheres. Jack conhece Stephanie (Sandra Oh), a funcionária de uma vinícola local, que faz com que ele queira anular seu casamento, que está marcado para daqui a poucos dias. Já Miles se interessa por Maya (Virginia Madsen), uma garçonete que tem o mesmo apreço por vinho que ele.
Existe uma cena em Sideways – Entre Umas e Outras que resume muito bem do que se trata esta comédia dramática. Na cena, a personagem Maya usa o vinho como uma metáfora para nossa vida. Mais do que ser aquele líquido feito de uva que nos deixa bêbados e dão uma tremenda ressaca na manhã seguinte, os vinhos têm vida: são colhidos, processados, sofrem fermentação e, enquanto estão fechados na garrafa, amadurecem até que atinjam seu ápice, aquele momento perfeito para serem degustados. O longa trata da constante procura por esses ápices em nossas vidas, ou melhor, na vida de Miles Faymond. Sideways é uma comédia aparentemente simples, mas que guarda sob suas muitas camadas importantes reflexões sobre a vida. Seus personagens são complexos, muito bem construídos e interpretados. Com um humor sutil e agridoce, o filme trata as questões que se passam em nossa cabeça em certas encruzilhadas que encontramos no caminho. Doce, maduro e encorpado, é como o ápice de um vinho.
O roteiro é inegavelmente excelente, a história é contada de maneira natural, sem cair na monotonia, deixando até um gostinho de quero mais quando vai se aproximando do final. Por fim, Alexander Payne prova mais uma vez que não há nada mais engraçado do que assisti e rir dos momentos mais delicados da vida.
um final memorável para Sideways, que elegantemente quase passa do ponto, mas termina marcante, gravando a produção na memória como um dos melhores filmes norte-americanos de 2004. Exatamente aquilo de que os "oscarizáveis" só chegam perto com milhões de dólares.

Principais prêmios e indicações:

Oscar 2005 (EUA)
• Venceu na categoria de melhor roteiro adaptado.
• Indicado nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor ator coadjuvante (Thomas Haden Church) e melhor atriz coadjuvante (Virginia Madsen).
Globo de Ouro 2005 (EUA)
• Venceu nas categorias de melhor filme - comédia / musical e melhor roteiro.
• Indicado nas categorias de melhor diretor, melhor ator - comédia / musical (Paul Giamatti), melhor ator coadjuvante (Thomas Hayden Church), melhor atriz coadjuvante (Virginia Madsen) e melhor trilha sonora.
BAFTA 2005 (Reino Unido)
• Venceu na categoria de melhor roteiro adaptado.
Independent Spirit Awards 2005 (EUA)
• Venceu nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Paul Giamatti), melhor ator coadjuvante (Thomas Haden Church), melhor atriz coadjuvante (Virginia Madsen) e melhor roteiro.

Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/sideways
http://br.cinema.yahoo.com/filme/11971/critica/8973/sidewaysentreumaseoutras
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sideways
http://www.cinepop.com.br/criticas/sideways.htm
http://www.omelete.com.br/cinema/isideways-entre-umas-e-outrasi/

Literatura [Agora]

Zé Peixe,
o menino do mar
Autora: G. Aguiar

Aos 82 anos, o sergipano José Martins Ribeiro, mais conhecido como Zé Peixe, filho de Nicanor Ribeiro Nunes e Vectúria Martins, nasceu em 05 de janeiro de 1927 em Aracaju. Em 1947, foi admitido como prático pela Marinha, período em que começa a trajetória de vida que o levou a fama e ao reconhecimento em todo o país, inclusive, no exterior. Um ilustre e bravo guerreiro que foi um dos fundadores da Associação de Práticos de Sergipe e até 2007 prestou com maestria serviços à PETROBRAS. ‘Zé Peixe, o menino do mar’, é o glorioso livro infanto-juvenil da professora, artista plástica, ilustradora e escritora, Jeane Caldas, mais conhecida como G. Aguiar. Nascida em Malhada dos Bois (SE), a ex-aluna de um grande mestre da pintura sergipana, Leonardo Alencar, merecidamente conquista a sua primeira publicação. Atualmente, freqüenta o curso de arte em xilogravura ministrada pelo artista plástico sergipano, Elias Santos, na Sociedade Semear.

“O livro foi um convite recebido pelo Comandante da Marinha Mercante, Carlos René Mateos. Até aí, o meu conhecimento sobre Zé Peixe era superficial. O esboço do livro saiu a partir do livro da jornalista Ilma Fontes, denominado “Zé Peixe”, Uma Vida no Mar – O Livro dos Danados. Depois dessa leitura, o esboço fluiu em uma madrugada, que foi tomando corpo após as inúmeras entrevistas realizadas com o próprio Zé, com o seu sobrinho Robert Nicanor Nunes, e o amigo de Zé, José Elton Santos”, afirma G. Aguiar. De acordo com a autora, há muitas lendas na vida de Zé Peixe. “Por isso, eu tive o máximo de atenção para não publicar inverdades. O lançamento do livro era para ser no mês do seu aniversário. Eu me baseei em leituras de revistas náuticas, jornais alemães, jornais argentinos, mergulhei de corpo e alma no seu universo. Um trabalho de pesquisa que durou dois anos”, declara a escritora.
“O que mais me marcou em Zé, foram as suas atitudes de bravura, coragem, força e fé porque antes de ser apenas um simples prático, é um salvador de vidas. Um homem que salvou muitos marinheiros e que todo dia ainda conserva a mania de querer tirar água do seu bote. Há um bom tempo, devido a idade, não sai de casa sem antes avisar a família”, frisa G. Aguiar.

Fonte:
http://experimentalcult.blogspot.com/2009/03/ze-peixe-o-menino-do-mar-por-g-aguiar.html

segunda-feira, 8 de março de 2010

Música (Sintonize)

oasis
Don't Believe the Truth é o sexto álbum de estúdio da banda britânica Oasis, lançado em maio de 2005.
A sua produção foi marcada pela saída do baterista Alan White meses antes de seu lançamento, sendo substituído por Zak Starkey, filho de Ringo Starr. O álbum é o mais calmo e acústico da banda e é considerado, por críticos e fãs, como o melhor desde (What's the Story) Morning Glory?. O trabalho alcançou o primeiro lugar de vendas no Reino Unido e a décima segunda nos Estados Unidos da América. Don't Believe The Truth vendeu 9 milhões de cópias em todo o mundo e sua turnê foi a maior de todos os tempos do Oasis, com a maioria dos shows esgotados. Em 2008 o album foi votado como o 14º melhor album britânico dos ultimos 50 anos numa votação feita pela revista inglesa Q e pela HMV.
Com esse “Don’t Believe The Truth” (Sony & BMG), a banda repete novamente a velha fórmula de unir o antigo extraindo o seu melhor (Rolling Stones, Byrds, Velvet Underground e, claro, Beatles) e torná-lo, de certa forma, novo. Não é exatamente revolucionário e nem uma grande obra-prima. Mas é um disco bem feito, pensado e trabalhado.
“Considerado pela crítica internacional como o melhor álbum da banda desde (What´s The Story) Morning Glory? e pela imprensa brasileira como o disco do ano.”

"Este álbum é tido como um 'retorno à forma'".
 Opiniões da crítica:

All Music Guide
****
Blender
***
The Guardian
***
NME
******
Pitchfork Media
*****
Playboy
***
PopMatters
******
Q Magazine
****
Rolling Stone
****

Músicas:
1. "Turn Up The Sun" (Andy Bell) – 3:59
2. "Mucky Fingers" (Noel Gallagher) – 3:56
3. "Lyla" (Noel Gallagher) – 5:10
4. "Love Like a Bomb" (Liam Gallagher & Gem Archer) – 2:53
5. "The Importance of Being Idle" (Noel Gallagher) – 3:40
6. "The Meaning of Soul" (Liam Gallagher) – 1:43
7. "Guess God Thinks I'm Abel" (Liam Gallagher) – 3:25
8. "Part of The Queue" (Noel Gallagher) – 3:48
9. "Keep The Dream Alive" (Andy Bell) – 5:46
10. "A Bell Will Ring" (Gem Archer) – 3:08
11. "Let There Be Love" (Noel Gallagher) – 5:29

Faixas bônus:
1. "I Can See It Now" – 4:19
2. "Sittin' Here in Silence (On My Own)" (N. Gallagher) – 2:00
3. "Pass Me Down the Wine" (L. Gallagher) – 3:50
4. "Eyeball Tickler" – 2:47


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Don't_Believe_the_Truth
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-124798658-oasis-dont-believe-the-truth-lacrado--_JM
http://www.poppycorn.com.br/artigo.php?tid=890
http://vagalume.uol.com.br/especiais/oasis.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u51405.shtml

Filme [Essencial]

AVATAR

Direção: James Cameron
Distribuidora: Fox Film
Ano: 2009
Elenco:
Sam Worthington
Zoe Saldana
Sigourney Weaver
Lola Herrera
Joel David Moore
Giovanni Ribisi
Michelle Rodriguez,
Avatar é um filme de ficção científica escrito e dirigido por James Cameron, estrelando Sam Worthington, Zoë Saldaña, Michelle Rodriguez, Sigourney Weaver e Stephen Lang. O filme foi produzido por Lightstorm Entertainment e distribuído pela 20th Century Fox. A première em Londres foi no dia 10 de dezembro de 2009, o lançamento em Portugal foi no dia 17 e no Brasil no dia 18 de dezembro de 2009.
O filme concentra-se num conflito épico em Pandora, uma das luas de Polifemo, um dos três gigantes gasosos fictícios orbitando Alpha Centauri. Em Pandora, os colonizadores humanos e os nativos humanoides, os Na'vi, entram em guerra pelos recursos do planeta e a continuação da existência da espécie nativa. O título do filme refere-se aos corpos humano-Na'vo geneticamente modificados e remotamente controlados usados pelos personagens humanos do filme para interagir com os nativos.
James Cameron trabalhou no desenvolvimento de Avatar desde 1994, tendo escrito um roteiro de 114 páginas, sendo esse seu primeiro filme após Titanic. As filmagens deveriam ter iniciado logo após Titanic e o filme deveria ter sido lançado em 1999. Em 2006, Cameron desenvolveu a língua e a cultura de Pandora.
O filme foi lançado em formatos 2D tradicional e 3D. A crítica diz que Avatar é uma inovação em termos de tecnologia cinematográfica devido ao seu desenvolvimento com visualização 3D e gravação com câmeras que foram feitas especialmente para a produção do filme. O orçamento oficial do filme foi de 237 milhões de dólares e o faturamento mundial no seu fim-de-semana de estreia foi de 232 180 000 de dólares, o sétimo maior da história do cinema e o maior para um filme original, que não é adaptação ou sequência. Em menos de um mês Avatar superou um bilhão de dólares de faturamento (o quinto filme a alcançar essa cifra), e é atualmente o filme com maior bilheteria da história. Depois desse faturamento, James Cameron confirmou que seria lançada uma sequência do filme, e, possivelmente, um terceiro filme.  
 Se Avatar não se tornar algo revolucionário, com certeza pelo menos será um grande marco na história do cinema. Tem lá sua história manjada, tem lá seu apelo ecológico estampado por detrás da trama, mais ainda assim trata-se de um filme grandioso em todos os sentidos.
Um grande filme, uma obra de incrível imaginação, cujas três horas passam a uma velocidade incrível. A riqueza nos detalhes e a grandiosidade da história são tamanhas que praticamente todas as cenas têm sua razão de existir. Assim como Titanic, Avatar possui alma e é realizado com tanta paixão que os problemas tornam-se pequenos perto do que é oferecido. Uma conquista magnífica e uma experiência visual e sensorial única, daquelas que apenas o cinema é capaz de proporcionar.

Prêmios e indicações

Globo de Ouro (2010)
Melhor Filme (drama) - Vencedor[39]
Melhor Realizador (James Cameron) - Vencedor[39]
Melhor Canção (original) (I see you) - nomeado
Melhor Trilha Sonora - nomeado
Oscar (2010)
Melhor Direção de Arte - Vencedor[39]
Melhor Fotografia - Vencedor[39]
Melhores Efeitos Visuais - Vencedor[39]
Melhor Filme - nomeado
Melhor Diretor (James Cameron) - nomeado
Melhor Montagem - nomeado
Melhor Trilha Sonora Original - nomeado
Melhor Edição de Som - nomeado
Melhor Mixagem de Som - nomeado

 
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Avatar_(filme)
http://www.porraman.com/2009/12/avatar-critica-filme/
http://www.cineplayers.com/critica.php?id=1792

Literatura [Agora]

[20099002]
























 Autor: J. Douglas Alves dos Santos


O lançamento da obra [20099002] de José Douglas [Sr. Infinito] aconteceu no dia 26/02/2010 na Livraria Escariz do Shopping Jardins - Aracaju/SE, e contou com a presença de inúmeras pessoas, fãs incondicionais do trabalho deste jovem escritor que desponta no cenário literário.
Era notório o momento de alegria vivido pelo autor. Ele estava em júbilo graças à concretização desse objetivo e à volumosa fila formada pelos presentes para receberem os vários autógrafos, já que os demais participantes do livro dividiram com Douglas esse imenso prazer.

 A obra traz à tona uma nova forma de escrita já há algum tempo apresentada no subterrâneo da sociedade baiana e sergipana, difundida pelo país através de vias digitais, mas ainda não generalizada. O Inovadorismo* recria através de referências da música (seja do rock e suas vertentes ao MPB e suas raízes), do cinema (através de filmes, diretores, imagens ou diálogos) e da já conhecida literatura mundial (em toda sua vasta dimensão) criações originais e inéditas que condizem com a realidade vivenciada não apenas pelos autores, mas pela sociedade em geral. Uma coletânea (Clássicos do Amanhã) de crônicas, poemas, poesias e haikais que despertam o interesse dos leitores.
*Literatura Inovadora. Termo criado por José Roque dos Santos Nascimento e José Douglas Alves dos Santos para designar um “Novo Estilo de Época”. Algo relativamente grande (no sentido de quase impossível), mas real aos sonhos daqueles que o fazem acontecer
 “O lançamento do livro foi um sucesso, muitas pessoas compareceram ao evento e ficaram perplexas, principalmente pela jovialidade dos autores. O livro traz aspectos do cotidiano desmembrados em forma de literatura poética. A princípio o livro parece conter aspectos científicos, pois a própria capa lembra bilhões de estrelas orbitando em volta de um centro galáctico. No entanto, seu conteúdo é bem mais próximo da superfície terrestre. Faz parte de cada ser humano e está contido, principalmente, na alma daqueles que escreveram”.
Parabéns aos autores!

Júlio César Cavalcanti, estudante de curso pré-vestibular do Amadeus
“Foi um momento de muita satisfação, pois percebi o sorriso dos autores, o sentimento verdadeiro que eles passavam aos convidados, sentindo-se realizados com o lançamento; um clima bem descontraído na recepção... Do livro, posso dizer que tem leitura envolvente, fazendo-nos pensar muito sobre as coisas simples da vida. Parabéns aos autores. Agora, fica a expectativa para o próximo”.

Bárbara S. Santos – Estudante de Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe

 

"MUITO BOM!"
Jorge Villa Lobos

"LEIA ESTE LIVRO"
Aísha Kaderrah

"AMOR À PRIMEIRA LIDA"
Tatiane Menezes

Fontes:
http://www.aperipe.se.gov.br/
http://www.infonet.com.br/educacao/ler.asp?id=95466&titulo=educacao
http://sergipeeducacaoecultura.blogspot.com/2010/03/o-lancamento-do-livro-20099002-de-jose.html

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Música (Sintonize)


OS PARALAMAS DO SUCESSO
Acústico MTV
O Acústico dos Paralamas demorou a sair - foi o décimo que a MTV Brasil realizou em sua história -, mas ninguém pode dizer que não foi caprichado. Depois de dois anos testando sets acústicos no meio dos shows elétricos e fazendo apresentações-surpresa com o novo formato, a banda se sentiu preparada para gravar o especial, em junho de 1999, no ambiente clássico do Parque Lage (RJ). O disco, lançado no mesmo ano, foi um dos maiores sucessos de vendagem dos Paralamas, guindado pelas novas versões de Que País É Esse e Meu Erro (que conta com participação de Zizi Possi).
Apesar de boa parte do repertório contar com músicas pouco conhecidas pelo público, o álbum vendeu 500 mil cópias e ainda ganhou o prêmio de melhor álbum de rock brasileiro pelo Grammy Latino em 2000.

Músicas:
1. Vulcão Dub/Fui Eu
2. O Trem da Juventude
3. Manguetown
4. Um Amor, Um Lugar
5. Bora-Bora
6. Vai Valer
7. I Feel Good/Sossego
8. Uns Dias
9. Sincero Breu
10. Meu Erro
11. Selvagem
12. Brasília
13. Tendo a Lua
14. Que País é Este
15. Navegar Impreciso
16. Feira Moderna
17. Lourinha Bombril (Parate y Mira)
18. Vamo Batê Lata
19. Life During Wartime
20. Nebulosa do Amor
21. Caleidoscópio


Fontes:
http://cliquemusic.uol.com.br/discos/ver/acustico-mtv--os-paralamas-do-sucesso
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ac%C3%BAstico_MTV_(Os_Paralamas_do_Sucesso)

Filme [Essencial]

O Enigma de Kaspar Hauser
(Jeder für Sich und Gott Gegen Alle)
Ano: 1974
Direção: Werner Herzog
Elenco:
 Helmut Döring (Pequeno Rei)
Bruno S. (Kaspar Hauser)
Walter Ladengast (Professor Daumer)
Brigitte Mira (Kathe, Servant)
Willy Semmelrogge (Diretor do circo)
Michael Kroecher (Lord Stanhope)
Hans Musaeus (-)
Volker Prechtel (Guarda da prisão)

"Considerado como a grande obra-prima de Herzog."

"Um filme, mais do que apenas inteligente,
profundamente comovente, e sobretudo humano."

"O Enigma de Kaspar Hauser é um filme indispensável para educadores,
psicólogos e admiradores do bom cinema."
 
Sinopse:
Kaspar Hauser é um jovem que foi trancado a vida inteira num cativeiro, desconhecendo toda a existência exterior. Quando ele é solto nas ruas sem motivo aparente, a sociedade se organiza para ajudar Kaspar, que sequer conseguia falar ou andar, mas este logo acaba se tornando uma atração popular. Baseado em uma história real.
O filme inicia mostrando um jovem acorrentado em um porão, alimentado por um homem misterioso. O prisioneiro brinca com um cavalo de madeira, e o nome do objeto é a única palavra que pronuncia: cavalo. O homem quer que o jovem aprenda e escrever e lhe dá papel e tinta. O jovem aprende a escrever seu nome, Kaspar Hauser.
Depois, o misterioso homem retira Kaspar do porão durante a noite e o deixa numa cidade próxima, em 1828, com uma carta para o oficial da guarda. Perplexos com a figura, os moradores o deixam prisioneiro numa torre. O rapaz não é violento e se mostra inteligente, surgindo rumores de que ele pertença à nobreza. Durante dois anos, ele amplia seu vocabulário ensinado por uma família que o ajuda e por um padre. Ele aprende facilmente música, tricô e jardinagem, mas é um fracasso em compreender as convenções da época, principalmente às ligadas à sociedade, ciência e religião.
"Vocês não ouvem os assustadores gritos ao nosso redor que habitualmente chamamos de silêncio?"
(Prólogo do Filme O Enigma de Kaspar Hauser de Herzog, 1974)

O caso de Kaspar Hauser serve para ilustrar o erro básico de uma organização social fundada sobre os princípios do racionalismo positivista. Mostra-nos que a "humanização" do homem, entendida como socialização, não é uma decorrência biológica da espécie, mas conseqüência de um longo processo de aprendizado com o grupo social.
Através desse processo, o indivíduo se integra no grupo em que nasceu, assimilando o conjunto de hábitos e costumes característicos desse grupo. Participando da vida em sociedade, aprendendo suas normas, valores e costumes, o indivíduo está se socializando, reprimindo suas características instintivas e animais e desenvolvendo as sociais e culturais, fazendo, assim, a "passagem da natureza para a cultura," aprendendo a ver com os "óculos sociais," tornando-se, como nos disse C. Dickens, "um animal de costumes."
Kaspar Hauser nunca se transformou nesse animal de costumes; no máximo, poderia ser visto como "domesticado" pela sociedade da época.
Um dos mais conhecidos e importantes longas-metragens alemães produzidos na década de 1970, “O Enigma de Kaspar Hauser” (Jeder für sich und Gott gegen alle, Alemanha, 1974) é uma demonstração perfeita de que o Cinema pode ser, mais do que uma arte, também uma ferramenta científica importante. Ao narrar com uma abordagem concisa um episódio real ocorrido na cidade de Nuremberg, durante a primeira metade do século XIX, o cineasta Werner Herzog abordou, de forma espontânea, questões essenciais que a Filosofia e a Religião não conseguem responder com clareza.
Jeder für sich und Gott gegen alle, é um dos mais celebrados filmes do diretor Werner Herzog. O trabalho, cujo título significa, em tradução literal, "cada um por si e Deus contra todos", narra a história de Kaspar Hauser, uma criança abandonada envolta em mistério, encontrada na Alemanha do século XIX, com alegadas ligações à família real de Baden.
Na lápide de Kaspar Hauser, no cemitério de Ansbach, na Alemanha, há uma inscrição que diz: "Hic occultus occultu uccisus est." Quer dizer: "Aqui jaz um desconhecido assassinado por um desconhecido." Nada resume melhor o misterioso percurso da vida e morte deste homem.

Premiações:

Ganhou o Prêmio Ecumênico do Júri no Festival de Cannes, 1974.
Ganhou o Prêmio FIPRESCI no Festival de Cannes, 1974.
Ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, 1974.


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Enigma_de_Kaspar_Hauser
http://www.cineplayers.com/filme.php?id=796
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-65642001000200007&script=sci_arttext
http://www.sobaminhalente.com/o-enigma-de-kaspar-hauser/
http://www.cinereporter.com.br/dvd/enigma-de-kaspar-hauser-o/
http://www.netmovies.com.br/filmes/o-enigma-de-kaspar-hauser.html

Literatura [Agora]


PARA GOSTAR DE LER
Poesia Marginal (Vol. 39)
Autores:
Ana Cristina Cesar, Cacaso, Chacal,
 Francisco Alvim e Paulo Leminski

Na década de 1970 não era raro encontrar em portas de bares, teatros e cinemas de grandes cidades brasileiras alguns poetas vendendo seus livros, em geral Produzidos com parcos recursos gráficos. O conteúdo desses volumes perpetuou-se na memória dos leitores e dos críticos literários Sob a denominação de poesia marginal.
Não é por acaso, portanto, que uma prestigiada coleção "Para Gostar de Ler"Tenha incluído nenhum rol de seus excelentes títulos Poesia marginal, Um mosaico ilustrativo dessa expressão poética brasileira OS, com trabalhos de Ana Cristina Cesar, Paulo Leminski, Chacal, Francisco Alvim e Cacaso.
Paulo Leminski Era um apaixonado pelas experiências de linguagem dos poetas concretos, mas também usava vocabulário comum, do dia-a-dia. "Eu, hoje, acordei mais cedo / e, azul, tive uma idéia clara. / Só existe um segredo. / Tudo está na cara."Esse poema, tão característico de Leminski, Nem precisou de título.
Já a poesia de Cacaso apresenta, num primeiro momento, certa influência simbolista. Depois, passa a ser mais descarnada, coloquial humorada como em E, final feliz: "O meu amor e eu / nascemos um para o outro / agora só falta quem nos Apresente".
Musa da poesia marginal, Ana Cristina Cesar influiu ativamente na vida cultural carioca dos anos 1970, redigindo artigos em jornais e participando de debates. Em Poesia marginal, Ela nos brinda, poemas entre outros, com Vacilo da vocação: "Precisaria trabalhar - afundar - / - loucas como você - saudades - / nesta arte - ininterrupta - / pintar de - / A poesia não - Telegráfica - ocasional - / me deixa sola - solta - / à mercê do impossível - / - fazer real ".
No caso de Chacal, Uma presença de Oswald de Andrade em sua veia poética é assumida. Uma pitada Em Da poesia de Chacal Reclame: "Se o mundo não vai bem / a seus olhos, use lentes / ... ou transforme o mundo / ótica olho vivo / agradece a preferência".
O poeta e diplomata mineiro Francisco Alvim, Ainda hoje em plena atividade literária, apresenta em sua poesia uma vertente lírica e outra mais marcada pela reflexão social. Assim se expressa em discordância: "Dizem que quem cala consente / eu por mim / quando calo dissinto quando falo / minto".
O amor, o sexo, a poesia, a política, o medo ea vontade de cair fora, tudo isso aparece nos poemas reunidos neste livro. Todo o clima dos anos 70 você vai reencontrar aqui, nos versos breves e contundentes de cinco dos mais representativos autores da Geração Mimeógrafo.
Dos cinco poetas representados em Poesia marginal, Três já faleceram. "Primeiro foi Ana Cristina, Que Cometeu uma indelicadeza de se matar, aos 31 anos, em 1981, depois, Cacaso, Que em 1987, aos 43 anos, teve uma parada cardíaca e se foi, por último, em 1989, partiu Paulo Leminski, O genial `cachorro louco ', que tinha vindo para bagunçar o coreto bem-comportado da poesia", lê-se em O "Vento no rosto", texto introdutório do livro.

Fontes:
http://www.atica.com.br/materias/?m=125
http://www.atica.com.br/catalogo/?i=8508101082

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Música (Sintonize)


PLASTISCINES
About Love

Plastiscines é uma banda francesa, composta por Katty Besnard (vocalista/guitarra), Marine Neuilly (guitarra), Louise Basilien (baixo), Anaïs (bateria) e também das antigas bateristas Caroline and Zazie Tavitian.

Sendo colegas da mesma escola, elas formaram-se em 2004,quando conheceram Louise Basilien, que tocava harpa, durante um concerto da banda The Libertines. O seu talento foi rapidamente reconhecido por algumas personalidades da música como Maxime Schmitt, produtor da banda alemã Kraftwerk, e que as levou a assinar um contrato com a EMI em Outubro de 2006.

Em 2009, a banda lançou, em junho, o segundo disco da carreira, o interessante About Love.

Esse último trabalho é recheado com 12 músicas energéticas e um clima “garageiro” que dá um certo charme ao disco. A dupla de guitarristas Marine Neuilly e Katty Besnard (que também é a cantora principal da banda) trabalham muita bem juntas, alternando riffs simples de punkrock com distorções bem características do rock de garagem que bandas como The Donnas (impossível não comparar) e Sahara Hotnights fazem.

O segundo álbum das Plastiscines é bem descontraído, despretencioso e rápido – tem menos de 40 minutos de duração – ou seja, tudo que um bom disco que mistura garage rock com punk e indie precisa ter.

Músicas:
1. I Could Rob You
2. Barcelona
3. Bitch
4. Camera
5. From Friends to Lovers
6. Time to Leave
7. I Am Down
8. Another Kiss
9. Pas Avec Toi
10. Runnaway
11. You're No Good
12. Coney Island


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Plastiscines
http://movethatjukebox.com/plastiscines-about-love/
http://glamorous-indie-rocknroll.blogspot.com/2009/11/plastiscines-about-love.html

Filme [Essencial]


Os Vigaristas
(Matchstick Men)


Estúdio: Warner Bros. / ImageMovers / HorsePower Entertainment / Liveplanet / Rickshaw Productions / Scott Free Productions
Distribuidora: Warner Bros.
Direção: Ridley Scott
Elenco:
Nicolas Cage (Roy)
Sam Rockwell (Frank Mercer)
Alison Lohman (Angela)
Bruce McGill (Frechette)
Bruce Altman (Dr. Klein)
Jerry Hauck (Motorista De Táxi)
Steve Eastin (Marido)

Sinopse:
O paranóico Roy Walker (Nicolas Cage) tem um trabalho no mínimo diferente: é um especialista em golpes, um verdadeiro artista do crime. Juntamente com Frank (Sam Rockwel), seu "sócio", Roy não tem qualquer pudor em enganar desde incautas senhoras até empresários milionários para conseguir dinheiro. Mas tudo muda quando ele encontra Angela, uma filha de 14 anos que ele nunca tinha visto.

À primeira vista, o filme parece ser uma típica história sobre dois trapaceiros e seus mirabolantes golpes para faturar uma grana em cima de incautos. Mas a impressão se desfaz logo e descobrimos que, na verdade, a história prioriza as relações familiares à ética da picaretagem. O filme retrata a história de Roy, (Nicolas Cage), um obssessivo-compulsivo cheio de tiques e com mania de limpeza. Junto a seu ambicioso sócio e aprendiz Frank (Sam Rockwell), forma uma dupla que vive de aplicar pequenos golpes. As coisas mudam quando Roy fica sabendo da existência de uma filha, fruto de um relacionamento desfeito há anos. Ela é Angela (Alison Lohman), adolescente voluntariosa que vira pelo avesso a rotina cuidadosamente ordenada do pai neurótico.


Ridley Scott ratifica mais uma vez seu talento com essa comédia sem fatuidade e repleta de anacronismos propositais. Tudo acontece, aparentemente, numa cidade moderna, mas alguns detalhes remetem aos anos 50 e 60, o que nos faz ficar em dúvida se o filme é uma história atual ou passada em outra época. Os Vigaristas não é denso, mas os personagens são psicologicamente complexos. As interpretações de Nicolas Cage e da jovem Alison Lohman impressionam.

É uma trama bem bolada, se você for tão desconfiado quanto eu pode até sacar alguma coisa antes do final, mas mesmo assim é muito bom. É exatamente o tipo de humor que agrada, sutil, pouca gente entende a “hora de rir”. Nicolas faz muito bem um vigarista meio maluco, cheio de manias e neuroses. Impossível não gostar da personagem do cara. Você acaba até torcendo pras falcatruas darem certo.


Fontes:
http://cinefilos.interativo.org/filmes/2003/10/os-vigaristas/
http://br.cinema.yahoo.com/filme/11336/critica/769/osvigaristas
http://www.filmesdecinema.com.br/filme-os-vigaristas-5135/
http://www.adorocinema.com/filmes/vigaristas

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Música (Sintonize)


NORAH JONES
THE FALL

Depois de conquistar o mundo do jazz, vender milhões de discos e ganhar oito Grammys, a cantora lança um álbum com pegada "roqueira" e assinatura de compositora.

Nos sete anos que separam o trabalho de estreia e o quarto álbum, The fall, recém-lançado, Norah Jones percorreu caminhos bem distintos. Se havia alguma prevenção a ela por causa do formato jazzístico dos primeiros tempos, esqueça. A roupagem, mais do que nos dois discos anteriores, Feels like home (2004) e Not too late (2007), está mais roqueira (para os padrões dela, que fique bem claro). Aqui, a guitarra se sobrepõe ao piano, opção que deve ter tido a mão do produtor, Jacquire King, mais conhecido por seu trabalho ao lado do Kings of Leon.

The Fall, em resumo, é o produto de uma alma inquieta, que fez dos anos 00 um período um pouco mais prazeroso para se degustar música.

"Um disco imperdível!"

Músicas:
1. Chasing Pirates (Norah Jones)
2. Even Though (Norah Jones/Jesse Harris)
3. Light As a Feather (Norah Jones/Ryan Adams)
4. Young Blood (Norah Jones/Mike Martin)
5. I Wouldn't Need You (Norah Jones)
6. Waiting (Norah Jones)
7. It's Gonna Be (Norah Jones)
8. You've Ruined Me (Norah Jones)
9. Back To Manhattan (Norah Jones)
10. Stuck (Norah Jones/Will Sheff)
11. December (Norah Jones)
12. Tell Yer Mama (Norah Jones/Jesse Harris/Richard Julian)
13. Man Of The Hour (Norah Jones)

Fontes:
http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/12/01/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=18353/ficha_musica.shtml
http://conversascartomanticas.blogspot.com/2009/11/norah-jones-fool-and-fall.html
http://bravonline.abril.com.br/conteudo/musica/norah-jonas-colecionadora-records-critica-510424.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/The_fall