quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Música (Sintonize)


ENGENHEIROS DO HAWAÍÍ
DANÇANDO NO CAMPO MINADO

Dançando no Campo Minado é o 16ºálbum oficial da banda de rock brasileira Engenheiros do Hawaíí, lançado em 2003. É o disco mais curto da banda, com 32 minutos, apresentando uma sonoridade mais pesada em relação ao disco anterior, Surfando Karmas & DNA. Seus principais sucessos foram Dançando no Campo Minado, Segunda-Feira Blues (dividida em duas partes, parceria de Humberto Gessinger com Carlos Maltz), Até o Fim e Na Veia (ambas ganharam videoclipes).
Nos primeiros segundos da canção Segunda-Feira Blues I, ouve-se uma voz cantando, em baixo volume: "Onde estão os caras que lutavam e cantavam" (2x). Pouco depois, o primeiro verso da canção, "Onde estão os caras que lutavam dia-dia, sem perder a ternura jamais", traz a citação do revolucionário Ernesto Che Guevara: "Ainda hay que endurecer, pero sin perder la ternura" (Tradução do espanhol: "É preciso endurecer, sem perder a ternura jamais").
Em "Rota de Colisão", no trecho "a hora da verdade, a idade da razão", a expressão destacada é o nome de um livro do filósofo francês Jean-Paul Sartre.
Este pode não ser o melhor disco dos Engenheiros, mas eu não me espantaria nem um pouco se alguém me afirmasse isso. Rock sem firulas, e recado dado em menos de 32 minutos. Obra prima.



Músicas:
1. Camuflagem (Humberto Gessinger, Paulinho Galvão)
2. Duas Noites no Deserto (Humberto Gessinger)
3. Rota de Colisão (Humberto Gessinger, Bernardo Fonseca)
4. Dançando no Campo Minado (Humberto Gessinger)
5. Segunda-Feira Blues (parte I) (Humberto Gessinger, Carlos Maltz)
6. Dom Quixote (Humberto Gessinger, Paulinho Galvão)
7. Até o Fim (Humberto Gessinger)
8. Na Veia (Humberto Gessinger)
9. Fusão a Frio (Humberto Gessinger, Paulinho Galvão)
10. Segunda-Feira Blues (parte II) (Humberto Gessinger, Carlos Maltz)
11. Outono em Porto Alegre (Humberto Gessinger, Paulinho Galvão)

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7ando_no_Campo_Minado
http://www.sobresites.com/rock/resenhas/engenheirosdohawai.htm

Filme [Essencial]


A Felicidade Não Se Compra
It's a Wonderful Life


Ano: 1946 (EUA)
Direção: Frank Capra

Estúdio: RKO Radio Pictures Inc. / Liberty Films
Distribuidora: RKO
Elenco:
James Stewart (George Bailey)
Donna Reed (Mary Hatch Bailey)
Lionel Barrymore (Henry F. Potter) Thomas Mitchell (William Bailey)
Henry Travers (Clarence Oddbody)
Beulah Bondi (Sra. Bailey)
Frank Fayden (Ernie Bishop)
Ward Bond (Bert)
Gloria Grahame (Violet Bick)
H.B. Warner (Sr. Gower)
Todd Karns (Harry Bailey)
Samuel S. Hinds (Peter Bailey)
Sheldon Leonard (Nick)

Sinopse: George Bailey (James Stewart) é um homem que nunca quis seguir a benevolente carreira de banqueiro do seu pai. Ele queria sair, para conhecer o mundo e seus segredos. Porém, por causa da necessidade de todos a seu redor, ele nunca conseguiu realizar o seu sonho. Até que pensou em se matar, por causa de uma dívida, e recebeu uma mãozinha lá de cima...


É a história de um espírito desencarnado, candidato a anjo que, para ganhar suas asas, recebeu a missão de ajudar um valoroso empresário que, em virtude de grave problema financeiro, provocado por desonesto banqueiro, tinha a intenção de se suicidar.
O aspirante a anjo foi encontrá-lo na véspera do Natal, à noite, prestes a saltar de uma ponte nas águas geladas que corriam embaixo. Fazendo-se visível e identificando-se, falou de sua missão e, sem nenhuma pretensão de demovê-lo da idéia, comentou que seria um desperdício, porque ele vinha sendo importante para muita gente. Ante o ceticismo de seu protegido, que se sentia um fracassado, o amigo espiritual mostrou-lhe varias situações que teriam acontecido se não fosse sua interferência. A morte do irmão, a tristeza da esposa, a situação lastimável de sua cidade entre outras.


























A Felicidade Não Se Compra é o tipo de filme que conseguiu sobreviver com o passar dos anos. Mais que isso, é o tipo de clássico que ficou ainda melhor com a idade, pelo seu visionário conteúdo que o tornou um dos mais belos filmes já feitos. Não que ele seja de fortes conflitos, tensão dramática constante ou recheado de cenas para fazer chorar. É o tipo que acerta nos conceitos mais básicos que todo ser humano deveria ter: compaixão, solidariedade, amor verdadeiro, honestidade.
A alegria, a capacidade de superação, a fé e a valorização da vida e de tudo aquilo que somos e representamos para outras pessoas tem que ser a tônica de nossas vidas. Uma das mais poderosas lições do filme “A Felicidade Não Se Compra” reside justamente na idéia de nossa importância pessoal, ou seja, de como nossa existência pode afetar de modo positivo a vida de outras pessoas.

Partindo dessa premissa, a de que nossa existência é fundamental para o equilíbrio e para a felicidade de muitas outras vidas, que Frank Capra consolida um dos mais celebrados clássicos do cinema mundial. Imperdível!


“Lembre-se: nenhum homem com amigos é um fracasso”.

Prêmios e indicações:

Oscar (1938)

Indicado nas categorias
Melhor filme
Melhor ator (James Stewart)
Melhor diretor
Melhor edição
Melhor som

Golden Globes Awards

• Vencedor na categoria melhor diretor.


Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/felicidade-nao-se-compra
http://www.cineplayers.com/critica.php?id=245
http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=336
http://pt.wikipedia.org/wiki/It's_a_Wonderful_Life

Literatura [Agora]


1001 FILMES
PARA VER ANTES DE MORRER

Editado por: Steven Jay Schneider

Conforme seu título já sugere, 1001 filmes para ver antes de morrer é um livro que busca não apenas informar e sugerir, mas também motivar: transformar leitores curiosos em espectadores apaixonados e deixar claro que a pressão é imensa, o tempo é curto e o número de filmes que devem ser assistidos se tornou realmente grande.
Uma ótima sugestão para aqueles que querem passar esse período de descanso à procura de bons filmes para serem lembrados durante e depois das férias.

 
Fonte:
http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/1001_filmes_para_ver_antes_de_morrer.html

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Música (Sintonize)

IRON MAIDEN
Live at Rock in Rio

Rock in Rio é um álbum duplo (o quinto ao vivo) da banda inglesa de heavy metal Iron Maiden, que contén 19 faixas. Foi gravado no festival Rock in Rio, no Rio de Janeiro, e foi o show que marcou o encerramento da turnê Brave New World, onde marcou a volta de Bruce Dickinson nos vocais e, trazendo com si Adrian Smith, sendo uma banda com 3 Guitarristas. O show teve um público estimado de 250.000 pessoas; além do CD foi gravado também o DVD Live at Rock in Rio. O show é considerado por muitos como um dos melhores não apenas do Iron Maiden como da história da música.

Músicas:
CD 1

1. Arthur's Farewall (Intro)
2. The Wicker Man - (Brave New World)
3. Ghost of the Navigator - (Brave New World)
4. Brave New World - (Brave New World)
5. Wrathchild - (Killers)
6. 2 Minutes to Midnight - (Powerslave)
7. Blood Brothers - (Brave New World)
8. Sign of the Cross - (The X Factor)
9. The Mercenary - (Brave New World)
10. The Trooper - (Piece of Mind)

CD 2

1. Dream of Mirrors - (Brave New World)
2. The Clansman - (Virtual XI)
3. The Evil That Men Do - (Seventh Son of a Seventh Son)
4. Fear of the Dark - (Fear of the Dark)
5. Iron Maiden - (Iron Maiden
6. The Number of the Beast - (The Number of the Beast)
7. Hallowed Be Thy Name - (The Number of the Beast)
8. Sanctuary (Iron Maiden)
9. Run to the Hills - (The Number of the Beast)

 
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_in_Rio_(%C3%A1lbum)

Filme [Essencial]


Wings of Desire
Asas do Desejo



Direção: Wim Wenders

Ano/País: 1987 (Alemanha)

Estúdio: Argos Films / Road Movies Filmproduktion / Westdeutscher Rundfunk

Distribuidora: Orion Classics

Elenco:

Bruno Ganz (Damiel)

Solveig Dommartin (Marion)

Otto Sander (Cassiel)

Curt Bois (Homer)

Peter Falk (Peter Falk)


Sinopse:
Na Berlim pós-guerra, dois anjos perabulam pela cidade. Invisíveis aos mortais, eles lêem seus pensamentos e tentam confortar a solidão e a depressão das almas que encontram. Entretanto, um dos anjos, ao se apaixonar por uma trapezista, deseja se tornar um humano para experimentar as alegrias de cada dia.


Se os anjos existem de verdade, como serão? Muitos artistas – alguns talentosos, outros nem tanto – já imaginaram a resposta. O cineasta alemão Wim Wenders talvez tenha sido um dos mais criativos a fazê-lo. Wenders usou os anjos como metáfora para tecer um poético e sensível estudo sobre a condição humana em “Asas do Desejo” (Der Himmel über Berlin, Alemanha, 1987).
Der Himmel über Berlin (br: Asas do desejo) é um filme franco-alemão ocidentalde 1987, do gênero drama fantástico, escrito, produzido e dirigido por Wim Wenders. Narra a disputa entre o divino e o efêmero, uma reflexão de Wim Wenders sobre a existência humana.
Com uma lentidão cercada de imagens em cor e preto-e-branco, focalizando o olhar de anjos e homens, Wenders construiu um dos filmes mais poéticos da década de 1980. No final do filme ocorre a participação de Nick Cave ao lado se sua banda The Bad Seeds, quando ocorre o encontro do anjo caído e sua amada, ao som de From Here to Eternity.
Este filme inspirou o filme Cidade dos Anjos de 1998, com Nicolas Cage e Meg Ryan.


“Asas do Desejo” é um filme contemplativo, que observa e comenta sobre a vida. É um filme sobre a passagem do tempo, sobre a consciência a respeito de si; em última análise, filme sobre a descoberta da própria identidade. Em vários momentos, Wim Wenders faz as perguntas que motivam a reflexão provocada pelo filme: “por que eu sou eu e não você? Por que estou aqui e não ali? Onde termina o tempo e onde começa o espaço?”.
Neste filme emocionalmente poderoso, Wenders joga com as duas realidades, fazendo dos olhos do espectador os olhos dos anjos e dos mortais. O recurso à alternância entre o preto e branco e a cor é revelador dessa intenção. Os anjos vêem o mundo a preto e branco. Têm a imortalidade, mas falta-lhes a cor. São criaturas celestiais, próximas do divino. Porém, não podem experienciar coisas tão primárias como o sabor do café ou a dor de bater com a cabeça.
O longa tornou-se não apenas um clássico da história da sétima arte (com direito a volta triunfal aos cinemas alemães em maio de 2006, quando se comemorou seu "aniversário" de 20 anos), mas talvez a realmente última grande obra cinematográfica de Wenders. E, acima de tudo, um dos mais belos registros de uma Berlim que há muito deixou de existir.
Os anjos que sobrevoavam a cidade dividida, desejando experimentar a intensidade da dor e do delírio humano, rodaram o mundo. Asas do Desejo (ou "O céu sobre Berlim", na tradução fiel do original Der Himmel über Berlin) tornou-se um must entre cinéfilos mundo afora.
Wenders levou o prêmio de melhor direção em Cannes e o filme foi, em seguida, exibido em mais de 80 salas dentro da então Alemanha Ocidental. Fora do país, a recepção foi tamanha que o longa chegou a ficar em cartaz mais de um ano no Japão.
Este "Céu sobre Berlim" entra como clássico para a história do cinema, porque conseguiu cartografar magistralmente a singularidade de Berlim nos anos que antecederam a queda do Muro. Conseguiu fazer com que o espectador fosse levado, se não de fato, pelo menos em sonho à cidade dividida, isolada e única. Levado até lá, nas asas do desejo, para passar a saber, assim como Damiel na última cena do filme, "o que nenhum anjo sabe".

O CÉU?
O céu sobre ela é portanto a única coisa clara,
transparente e compreensível. As nuvens
passam, chove e neva e relampeja e troveja lá
em cima, a lua nasce e passa lá em cima e
eclipsa-se. O sol brilha hoje sobre a dupla
cidade como sobre a cidade-ruína de 1945 e a
.cidade-fachada. dos anos 50, como já tinha
brilhado quando ainda não havia cidade, e
como ainda brilhará quando, finalmente, já não
houver cidade.
(WENDERS, 1990, p.104)

Principais prêmios e indicações:

Festival de Cannes 1987 (França)
Venceu na categoria de melhor diretor.
Indicado à Palma de Ouro.

BAFTA 1989 (Reino Unido)
Indicado na categoria de melhor filme em língua não inglesa.

Prêmio César1988 (França)
Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.

Independent Spirit Awards 1989 (EUA)

Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro.

Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 1988 (Brasil)

Recebeu o Prêmio da Audiência de melhor filme.


Fonte:
http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/2009/08/asas-do-desejo-wings-of-desire.html
http://www.adorocinema.com/filmes/asas-do-desejo/
http://www.cinereporter.com.br/dvd/asas-do-desejo/
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,2509237,00.html
http://intersaberes.grupouninter.com.br/2/arquivos/resenha.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/Der_Himmel_%C3%BCber_Berlin

Literatura [Agora]

INKHEART
(CORAÇÃO DE TINTA)


Autora: Cornelia Funke


Sinopse:
Há muito tempo Mo decidiu nunca mais ler um livro em voz alta. Sua filha Meggie é uma devoradora de histórias, mas apesar da insistência não consegue fazer com que o pai leia para ela na cama. Meggie jamais entendeu o motivo dessa recusa, até que um excêntrico visitante finalmente vem revelar o segredo que explica a proibição. É que Mo tem uma habilidade estranha e incontrolável - quando lê um texto em voz alta, as palavras tomam vida em sua boca, e coisas e seres da história surgem como que por mágica. Numa noite fatídica, quando Meggie ainda era um bebê, a língua encantada de Mo trouxe à vida alguns personagens de um livro chamado 'Coração de tinta'. Um deles é Capricórnio, vilão cruel e sem misericórdia, que não fez questão de voltar para dentro da história de onde tinha vindo e preferiu instalar-se numa aldeia abandonada. Desse lugar funesto, comanda uma gangue de brutamontes que espalham o terror pela região, praticando roubos e assassinatos. Capricórnio quer usar os poderes de Mo para trazer de Coração de tinta um ser ainda mais terrível e sanguinário que ele próprio. Quando seus capangas finalmente seqüestram Mo, Meggie terá de enfrentar essas criaturas bizarras e sofridas, vindas de um mundo completamente diferente do seu.



























A fantasia infanto-juvenil Coração de Tinta, escrita pela alemã Cornelia Funke, se encaixa naquela categoria de livros cujo objetivo é incentivar a prática da leitura. Não daria pra ser mais metalinguístico: o protagonista da história tem o poder de dar vida aos objetos e seres da ficção, quando os lê em voz alta. Esse didatismo é o atrativo principal do livro.



Fonte:

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Música (Sintonize)


FOO FIGHTERS - ONE BY ONE

No final de 2001, o Foo Fighters gravou seu quarto álbum, “One by One”. Após quatro meses em Los Angeles para completar as gravações Grohl passou um tempo no Queens of the Stone Age para completar o álbum Songs for the Deaf (2002). Assim que seu trabalho estava terminado, Dave, inspirado com as sessões de estúdio, decidiu adicionar novas faixas ao então terminado álbum do Foo Fighters. Ao invés disso, o álbum foi completamente regravado em dez dias no estúdio pessoal de Grohl em Virginia. One by One foi lançado em outubro de 2002.
Desde sempre a banda evitou posicionar-se politicamente. Apesar disso, em 2004, ao saber que a campanha presidencial de George W. Bush, sem a permissão da banda, estava a usar a canção "Times Like These", Grohl decidiu apoiar publicamente a campanha de John Kerry. A faixa "All My Life" apresenta letra reflexiva e séria, enquanto "Tired of Your" conta com a participação especial de Brian May, guitarrista do Queen. A banda também ganhou pela segunda vez o Grammy de "melhor álbum de rock" com esse trabalho e o Grammy de “Melhor performace de Hard Rock” com a música “All My Life”.

As 11 músicas de One By One mostram o amadurecimento do quarteto.



Todas as faixas por Dave Grohl, Taylor Hawkins, Nate Mendel e Chris Shiflett

Músicas:
1. "All My Life" – 4:24
2. "Low" – 4:28
3. "Have It All" – 4:58
4. "Times Like These" – 4:26
5. "Disenchanted Lullabye" – 4:33
6. "Tired of You" – 5:12
7. "Halo" – 5:06
8. "Lonely as You" – 4:37
9. "Overdrive" – 4:30
10. "Burn Away" – 4:59
11. "Come Back" – 7:49

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Foo_Fighters#One_by_One
             http://www.ovni.jex.com.br/stereofonia/novo+cd+do+foo+fighters+traz+banda+mais+madura+e+agressiva

Filme [Essencial]


500 Days of Summer
(500 Dias com Ela)


Direção: Marc Webb
Elenco: Joseph Gordon-Levitt ,
Zooey Deschanel ,
Geoffrey Arend ,
Chloe Moretz ,
Matthew Gray Gubler
Estúdio: Watermark
Distribuidora: Fox Searchlight Pictures

Ano: 2009

A recepção de críticas tem sido muito positiva.
Atualmente mantém 88% de aprovação 
no RottenTomatoes rating baseado em 117 opiniões.




(500) Days of Summer (br: (500) Dias Com Ela) é um filme norte-americano, do gênero comédia romântica, lançado em 2009. Dirigido por Marc Webb, produzido por Mark Waters, e estrelado por Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel. Este é o segundo filme de Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel juntos (seguido de Manic). A fotografia principal começou em Abril de 2008 em Los Angeles. O filme abriu na edição limitada nos EUA em 17 de julho de 2009.

“Uma jóia.”


Sinopse:
Tom é um azarado escritor de cartões comemorativos e românticos deprimido, após levar um fora da namorada Summer. Desde então ele relembra vários momentos dos 500 dias que passou junto à namorada e tenta entender o que deu errado. Suas reflexões o levam a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida.

“Sensibilidade romântica mais contemporânea, impossível.”



Esta é uma história sobre um cara que encontra uma garota, assim começa o narrador de 500 DIAS COM ELA, e com isso o filme decola com a maior velocidade numa piada da vida real, uma análise única do desordeiro e imprevisível um ano e meio de um homem jovem e seu relacionamento amoroso. Tom, o rapaz, ainda acredita, mesmo neste cínico mundo moderno, na noção de uma transformação, até com destinos cósmicos, de um amor arrebatador. Summer, a garota, não. Mas não mesmo! Mas isso não vai impedir Tom de ir atrás dela, uma ou outra vez, como um Dom Quixote moderno, com todo o seu poder e coragem. De repente, Tom está apaixonado não apenas por uma encantadora, enérgica e inteligente mulher - não que ele se importe com tais características - mas com a própria idéia de Summer, a própria idéia de um amor que ainda tem o poder de chocar o coração e parar o mundo.

"Um filme adorável"



A trilha sonora para o filme foi lançado em 14 de julho de 2009. A trilha sonora tem culminado na 71ª posição nos EUA pela Billboard 200.


1. "A Story of Boy Meets Girl" - Mychael Danna and Rob Simonsen
2. "Us" - Regina Spektor
3. "There Is A Light That Never Goes Out" - The Smiths
4. "Bad Kids" - Black Lips
5. "Please, Please, Please Let Me Get What I Want" - The Smiths
6. "There Goes The Fear" - Doves
7. "You Make My Dreams" - Hall & Oates
8. "Sweet Disposition" - The Temper Trap
9. "Quelqu’un M’a Dit" - Carla Bruni
10. "Mushaboom" - Feist
11. "Hero" - Regina Spektor
12. "Bookends" - Simon & Garfunkel
13. "Vagabond" - Wolfmother
14. "She’s Got You High" - Mumm-Ra
15. "Here Comes Your Man" - Meaghan Smith
16. "Please, Please, Please Let Me Get What I Want" - She & Him

Uma trilha sonora impecável, para se ouvir por horas e horas...

“The coolest romantic comedy of the year!”




"Se você acabou de sair de um relacionamento, deve assistir.
Se você está feliz solteiro, deve assistir.
Se você está estável e feliz namorando ou casado,
deve assistir também.


Enfim, assista."

 
Fontes: http://interfilmes.com/filme_21776_.500.Dias.com.Ela-(.500.Days.of.Summer).html
             http://pt.wikipedia.org/wiki/(500)_Days_of_Summer
             http://www.filmesdecinema.com.br/filme-500-dias-com-ela-6024/
             http://www.adorocinema.com/filmes/500-dias-com-ela/
             http://www.cafenapolitica.com.br/cinema/critica-do-filme-500-dias-com-ela.html
             http://www.omelete.com.br/cine/100022384/Critica__500_Dias_com_Ela.aspx
             http://www.aspargosmultiplos.com/2009/11/critica-500-dias-com-ela.html

Literatura [Agora]

Robinson Crusoé



Autor: Daniel Defoe



A Vida e as Estranhas Aventuras de Robinson Crusoé (em inglês Robinson Crusoe) é o mais célebre romance de Daniel Defoe, escrito em 1719. Seu título completo no original é The Life and strange Surprizing Adventures of Robinson Crusoe of York, Mariner: Who lived Eight and Twenty Years, all alone in an un-inhabited Island on the coast of America, near the Mouth of the Great River of Oroonoque; Having been cast on Shore by Shipwreck, where-in all the Men perished but himself. With An Account how he was at last as strangely deliver'd by Pyrates. Written by Himself.

Defoe inspirou-se na história verídica de um marinheiro escocês, Alexander Selkirk, abandonado, a seu pedido, numa ilha do arquipélago Juan Fernández, onde viveu só de 1704 a 1709. Robinson Crusoe herda desta história o mito da solidão, na medida em que, depois de um naufrágio de que é o único sobrevivente, vive sozinho durante vinte e oito anos, antes de encontrar a personagem Sexta-Feira. O romance simboliza a luta do homem só contra a natureza, a reconstituição dos primeiros rudimentos da civilização humana, testemunhada apenas por uma consciência e dependente de uma energia própria.
O impacto internacional de Robinson Crusoe foi fortíssimo. Pouco tempo depois da sua publicação, surgiram numerosas imitações, denominadas geralmente robinsonnades, que compreendiam peças de teatro, melodramas, vaudevilles, operetas, romances, etc. Ao mesmo tempo, a obra afirmava-se como um dos elementos fundadores da tradição do romance moderno (de feição realista e centrado no indivíduo), enquanto a figura do protagonista alcançava a estatura de um mito ou símbolo da condição humana. No nosso tempo, a história de Crusoe foi objeto de várias adaptações cinematográficas, entre as quais a de Luis Buñuel, com Dan O'Herlihy e Jaime Fernandez nos papéis principais, datada de 1952.
Na literatura do século XX destaca-se a obra Sexta-feira ou a vida selvagem de Michel Tournier, com uma abordagem menos colonialista e de maior consciência ecológica.

Em 2009 a Fox, rede televisiva norte americana lança a série Crusoé baseada na obra de Daniel Defoe.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Robinson_Crusoe

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Música (Sintonize)

PEARL JAM - BACKSPACER


Para quem apostava que o fim da Era Bush representaria um vácuo criativo na carreira de artistas que passaram os últimos oito anos vociferando (e “faturando”) contra a doutrina republicana, o Pearl Jam parece não revelar sintomas. E o melhor, voltou-se para o rock em Backspacer, seu nono trabalho e o primeiro após três anos de infindáveis lançamentos de registros ao vivo. Simples, direto, enérgico e rápido, 11 faixas que se diluem em 36 minutos.
Está a fim de ouvir um álbum do início ao fim, sem ao final ter a impressão de que jogou o dinheiro fora? Então aí vai uma dica: Backspacer é o nono álbum de estúdio da banda Pearl Jam. O álbum possui 11 faixas que vão de melodias simples a hits explosivos, todas, é claro, com letras inteligentes. Vedder está por traz de todas as composições que agora estão sem apologia a políticas, e parecem ter sido escritas sobre os temas do cotidiano.



Backspacer alcançou o 1º lugar na Billboard Top 200 vendendo aproxiamadamente 175 mil cópias na primeira semana de vendas, produzido por Brendan O'Brien, que já havia produzido Yield, de 1998. O primeiro single deste álbum teve o nome de The Fixer e foi lançado em agosto. No entanto, a primeira música a ser apresentada em público foi Got Some, tocada em directo no Tonight Show de Conan O'Brien.


Músicas:
1. "Gonna See My Friend" - 2:49
2. "Got Some" (Eddie Vedder/Jeff Ament) - 3:02
3. "The Fixer" (Eddie Vedder/Matt Cameron/Stone Gossard/Mike McCready) - 2:58
4. "Johnny Guitar" (Eddie Vedder/Matt Cameron/Stone Gossard) - 2:50
5. "Just Breathe" - 3:36
6. "Amongst The Waves" (Eddie Vedder/Stone Gossard) - 3:59
7. "Unthought Known" - 4:09
8. "Supersonic" (Eddie Vedder/Stone Gossard) - 2:40
9. "Speed of Sound" - 3:34
10. "Force of Nature" (Eddie Vedder/Mike McCready) - 4:04
11. "The End" - 2:58

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pearl_Jam
             http://comonasprimeirasconversas.blogspot.com/2009/11/nao-aperte-o-backspace.html
             http://www.pearljambrasil.com/forum/viewtopic.php?f=14&t=12530&p=290997

Filme [Essencial]

Ballada o Soldate
(A Balada do Soldado)

Direção: Grigori Chukhrai
Ano: 1959
País: União Soviética
Elenco: Antonina Maksimova
         Nikolai Kryuchkov
     Vladimir Ivashov
        Yevgeny Urbansky
 


Balada do Soldado é um filme soviético dirigido pelo diretor ucraniano Grigori Chukhraj, com qualidades narrativas líricas e dramáticas, suavemente remetendo ao poema denominado balada, contando feitos patrióticos. Alyosha um jovem soldado que é recrutado para combater no front durante a Segunda Guerra Mundial. Seu parceiro morre, e sendo caçado por quatro tanques nazistas, consegue destruir dois na mais pura sorte. Ele recebe uma condecoração, mas a troca por uma semana de licença para visitar sua mãe e consertar seu telhado. Só que o caminho de volta é longo e, sem um meio de transporte definido, ele vai de comboio em comboio, vendo as diversas facetas da sociedade e as mazelas da guerra.


Quando este filme estreou foi um retumbante sucesso mundial, tendo conquistado alguns dos mais importantes prémios nos principais festivais de cinema. O protagonista desta história, Alyosha Skvortsov, é um soldado russo, um dos muitos que lutaram durante a 2ª Guerra Mundial contra o fascismo. Mas Alyosha não é nem um herói de filmes de acção, nem um conquistador. Ele é apenas um rapaz simples, que entra em pânico da primeira vez que avista um tanque inimigo, mas ultrapassa o seu medo e consegue atingi-los. Pelos seus feitos e coragem, Alyosha é recompensado com dois dias de licença para visitar a sua mãe. Durante a viagem, conhece uma série de pessoas diferentes a quem se oferece para ajudar no que for preciso, acabando por conseguir estar com a mãe apenas alguns minutos, o tempo apenas para uma breve troca de palavras e um abraço. E Alyosha volta a partir para a frente de batalha... para não mais regressar.

“Um dos filmes mais bonitos de todos os tempos”.



Fontes: http://cinemaeaminhapraia.com.br/2009/11/05/a-balada-do-soldado-ballada-o-soldate-1959/
             http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1474

Literatura [Agora]

1984

Autor: George Orwell

Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (em inglês: Nineteen Eighty-Four) é um romance distópico clássico do autor inglês Eric Arthur Blair, mais conhecido pelo pseudônimo de George Orwell. Publicado em 8 de junho de 1949, retrata o cotidiano de um regime político totalitário e repressivo no ano homônimo. No livro, Orwell mostra como uma sociedade oligárquica coletivista é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. A história narrada é a de Winston Smith, um homem com uma vida aparentemente insignificante, que recebe a tarefa de perpetuar a propaganda do regime através da falsificação de documentos públicos e da literatura a fim de que o governo sempre esteja correto no que faz. Smith fica cada vez mais desiludido com sua existência miserável e assim começa uma rebelião contra o sistema, o que o leva a ser preso e torturado
O romance se tornou famoso por seu retrato da difusa fiscalização e controle de um determinado governo na vida dos cidadãos, além da crescente invasão sobre os direitos do indivíduo. Desde sua publicação, muitos de seus termos e conceitos, como "Big Brother", "duplipensar" e "Novilíngua" entraram no vernáculo popular. O termo "Orwelliano" surgiu para se referir a qualquer reminiscência do regime ficcional do livro. O romance é geralmente considerado como a magnum opus de George Orwell.



'1984' não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo.


Um dos maiores equívocos em relação à obra de Orwell é de que se trata de uma desilusão com as ideias socialistas. Em uma carta a Francis A. Henson, membro do sindicato estadunidense United Auto Workers, datada de 16 de junho de 1949 (sete meses antes de sua morte), que foi reproduzida na revista Life (edição de 25 de julho de 1949) e no The New York Times Book Review (31 de julho de 1949), Orwell declarou o seguinte:

«Meu romance recente [Nineteen Eighty-Four] NÃO foi concebido como um ataque ao socialismo ou ao Partido Trabalhista Britânico (do qual sou um entusiasta), mas como uma mostra das perversões... que já foram parcialmente realizadas pelo comunismo e fascismo. O cenário do livro é definido na Grã-Bretanha a fim de enfatizar que as raças que falam inglês não são intrinsecamente melhor do que nenhuma outra e que o totalitarismo, se não for combatido, pode triunfar em qualquer lugar.»


Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)
             http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?sid=971182246111125772247374353&nitem=702766

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Música (Sintonize)

Marron 5
It Won't Be Soon Before Long




It Won't Be Soon Before Long é o segundo álbum de estúdio do Maroon 5, lançado em 22 de Maio de 2007. Chegou quase cinco anos depois do primeiro álbum, Songs About Jane. O nome foi inspirado em uma frase da banda adotada para mantê-los motivados durante a turnê.

Músicas:

1. "If I Never See Your Face Again" (Adam Levine/James Valentine) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent e Maroon 5, produção adicional de Mark Endert) – 3:21

2. "Makes Me Wonder" (Adam Levine/Jesse Carmichael/Mickey Madden) (Produzido por Mark Endert e Maroon 5) – 3:31
3. "Little of Your Time" (Adam Levine) (Produzido por Eric Valentine e Maroon 5) – 2:17
4. "Wake Up Call" (Adam Levine/James Valentine) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent, Sam Farrar e Maroon 5, co-produção por Mark Endert) – 3:21
5. "Won't Go Home Without You" (Adam Levine) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent e Maroon 5) – 3:51
6. "Nothing Lasts Forever" (Adam Levine) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent e Maroon 5) – 3:07
7. "Can't Stop" (Adam Levine/James Valentine) (Produzido por Eric Valentine e Maroon 5) – 2:32
8. "Goodnight Goodnight" (Adam Levine) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent e Maroon 5) – 4:03
9. "Not Falling Apart" (Adam Levine) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent e Maroon 5) – 4:03
10. "Kiwi" (Adam Levine/Jesse Carmichael) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent e Maroon 5) – 3:34
11. "Better That We Break" (Adam Levine) (Produzido por Mike Elizondo, Mark "Spike" Stent e Maroon 5) – 3:06
12. "Back at Your Door" (Adam Levine/Jesse Carmichael) (Produzido por Mark Endert e Maroon 5) – 3:47



Filme [Essencial]


ESCOLA DE IDIOTAS



Direção: Todd Phillips
Elenco: Billy Bob Thornton (Dr. P)


Jon Heder (Roger)

Jacinda Barrett (Amanda)

Ben Stiller (Lonnie)

Matt Walsh (Walsh)

Michael Clarke Duncan (Lesher)





Baixarias, humor escatológico, produto comercial para adolescente americano retardado? Pois bem, acredite se quiser: Escola de Idiotas não tem nada disso. Claro, ele não vai mudar a vida de ninguém, muito menos ganhar a Palma de Ouro, mas trata-se de um bom divertimento que tem até algumas críticas sociais em seu subtexto, para quem quiser ver.
Baseado numa comédia inglesa de 1960, Escola de Idiotas mostra que o dia-a-dia do jovem fiscal de trânsito Roger (Jon Heder) não é nada fácil. Sofrendo de ansiedade, lendo pilhas de livros de auto-ajuda e dono de uma profunda baixa auto-estima, o rapaz não tem coragem sequer de se aproximar da vizinha Amanda (Jacinda Barrett, de Poseidon), por quem nutre uma paixão platônica. Ele decide então se matricular num obscuro curso que promete transformar qualquer "perdedor" num "fera". Porém, o professor (o sempre eficiente Billy Bob Thornton) é mau-caráter, o supra-sumo da truculência e adepto da filosofia do "vencer sempre, a qualquer custo".

O filme é muito mais inteligente do que seu título sugere.


Fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/criticas/ficha/filme/escola-de-idiotas/id/1536

http://www.cineplayers.com/filme.php?id=2674

Literatura [Agora]

A MORTE E A MORTE
DE QUINCAS BERRO D´ÁGUA






Autor:
Jorge Amado




















A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água é um romance do escritor brasileiro Jorge Amado, membro da Academia Brasileira de Letras, publicado em 1961.

Considerado uma das mais importantes obras da literatura brasileira, o romance conta história de Joaquim Soares da Cunha, respeitável cidadão casado e com filhos, que leva uma vida pacata de funcionário público. Um dia porém, o persanagem resolve mudar seu destino, e assim, abandona a família para viver como um vagabundo, entregando-se aos vícios mundanos, especialmente a bebida, quando recebe o apelido de Quincas Berro D'água. Aí ocorre sua primeira morte, a morte moral decretada pela família, para evitar a humilhação perante a sociedade.
A segunda morte ocorre de fato, descoberta por uma amiga de Quincas, quando foi visita-lo em seu quarto sujo, e comprovada por um médico. Seus familiares resolvem esquecer o passado vergonhoso, e para resgatar a memória respeitável de Joaquim, providenciam um velório e um enterro caro.
Mas quando seus amigos de bebedeiras chegam ao velório e encontram o defunto com um sorriso, o tomam como vivo, arrastando seu corpo para uma noite de farra. A certa hora decidem usar um barco para passear no mar, mas uma súbita tempestade lança uma grande onda sobre eles, fazendo com que Quincas Berro D´água tenha a sua terceira morte. A partir daí surge a grande controvérsia: Para a família, Joaquim morrera de causas naturais; para os amigos, Quincas tirou a própria vida ao atirar-se nas águas do mar, pois temia ser enterrado num caixão.
Jorge Amado popularizou-se em criar tipos sociais, abusando da espacialidade e exotismo da Bahia, gerando um ambiente propício para que seus personagens possam agir livres, entregues ao universo que os circunda. É neste universo que A morte e a morte de Quincas Berro D'água se desenvolve. Os becos, as ruas, os espaços habitados pela gente pobre, humilde, feliz e excluída da velhaSão Salvador são dissecados aos olhos do leitor que necessita de uma certa malícia, ironia e humor para compactuar com o escritor que lida de forma divertida, dolorida e irônica com a morte.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Morte_e_a_Morte_de_Quincas_Berro_d'%C3%81gua

http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/analises_completas/a/a_morte_e_a_morte_de_quincas_berro_dagua

domingo, 1 de novembro de 2009

Música (Sintonize)

JACK JOHNSON
In Between Dreams



In Between Dreams é o terceiro álbum de Jack Johnson, lançado em 2005. Com este Album Jack Conquistou o segundo lugar no Top 200 da revista Billboard.
In Between Dreams e todos os discos posteriores foram gravados nao mais pela universal Records, mais pela sua própria gravadora, A Brushfire Records gravando cd's de varios amigos como Matt Costa, G.Love e Ben Harper.




Músicas:
1. Better Together

2. Never Know
3. Banana Pancakes
4. Good People
5. No Other Way
6. Sitting, Waiting, Wishing
7. Staple It Together
8. Situations
9. Crying Shame
10. If I Could
11. Breakdown
12. Belle
13. Do You Remember
14. Constellations

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/In_Between_Dreams

Filme [Essencial]

DISTRICT 9 (DISTRITO 9)



Direção: Neill Blomkamp


estúdio: WingNut Films / Key Creatives / QED International

distribuidora: TriStar Pictures / Sony Pictures Releasing

Elenco: Copley,
Jason Cope,
 Nathalie Boltt,
 Sylvaine Strike,
 Elizabeth Mkandawie




» Sinopse: Vinte anos atrás, alienígenas desembarcaram na Terra. As criaturas foram deixadas no Distrito 9, uma casa isolada na África do Sul, enquanto os líderes mundiais decidiam o que fazer. Desde então, nada aconteceu. Hoje, os aliens estão sob controle da MNU, uma empresa privada, que pretende lucrar com suas poderosas armas. Mas para ativá-las é necessário DNA alienígena. Por isso, quando Wikus van der Merwe, um funcionário da MNU, contrai um vírus que transforma seu código genético, ele passa a ser o mais valioso ser humano do mundo. Fugido e sozinho, só existe um lugar para ele: o Distrito 9.


Críticas:

"Um excelente filme, criativo, inteligente e muito bem feito, seja na parte visual e efeitos especiais, seja na atuação do protagonista ou na história simples e direta. Só por ser diferente de tudo que é feito costumeiramente no cinema, já valeria a pena. Mais que isso, trata-se de um obra que extrapola os limites do bom entretenimento, por, além de tudo, lhe fazer pensar e refletir."


"Combinando uma boa dose de ironia, drama, excelentes efeitos especiais e um protagonista forte, Distrito 9 faz o quase impossível: tornar acreditável uma ficção científica"


Fontes: http://entretenimento.r7.com/cinema/noticias/critica-do-filme-distrito-9-20091015.html

http://www.porraman.com/2009/10/distrito-9-district-9/

http://www.adorocine.com.br/filmes/distrito-9/

Literatura [Agora]


O Velho e o Mar
Autor: Ernest Hemingway




"O Velho e o Mar", de 1952, é o último trabalho que Hemingway publicou em vida. Para muitos, é também a sua obra mais importante. Ela lhe valeu o Prêmio Pulitzer em 1953 e, no ano seguinte, foi decisiva para que o escritor ganhasse o Prêmio Nobel.
A história tem como personagem principal um velho pescador chamado Santiago. Apesar de muito experiente, Santiago se acha em uma maré de azar, tendo ficado quase três meses sem conseguir pescar um peixe. Santiago possui um jovem amigo, chamado Manolín, que o incentiva a pescar. Na manhã do 85º dia, em sua pequena canoa, Santiago consegue um peixe, de tamanho descomunal (aproximadamente cinco metros de comprimento).
O peixe oferece muita resistência, e puxa a canoa de Santiago cada vez mais para o mar alto. Santiago sofre com o sol cegante e abre feridas nas mãos, de tanto lutar com peixe. Depois de alguns dias, Santiago consegue finalmente matar o peixe e amarrá-lo a sua canoa. Porém, enquanto retornava a costa, sofre constantes ataques de tubarões.
Quando finalmente consegue chegar a praia, o peixe já estava sem carne, só restava seu esqueleto, e Santiago estava sem forças. Os outros pescadores, vendo tamanho peixe, o maior que alguém já havia pescado, o respeitam e o ajudam, especialmente o jovem Manolín, que gosta muito do velho. A essência da história é a luta constante do homem contra a natureza, disputando sua sobrevivência, com destaque para a importância não só da experiência, mas também da sorte e da perseverança.
A caçada de Santiago aborda dois temas centrais de sua obra. A bravura, na luta do homem com a natureza, e a honra, que permanece intacta mesmo na hora da derrota. "O homem não foi feito para a derrota", escreve Hemingway, em um dos momentos mais importantes do livro. "Ele pode ser destruído, mas não derrotado."



Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Velho_e_o_Mar
http://biblioteca.folha.com.br/1/noticias/2003081601.html

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Música (Sintonize)


KINGS OF LEON
- Only By The Night



Only by the Night, é o quarto álbum da banda. O álbum mais aclamado da banda, com recordes de venda e que conquistou o público norte-americano, que tinha algum receio pela banda que era proveniente da terra do Tio Sam e tinha um estilo um tanto quanto sulista. Eleito o melhor álbum de 2008 por diversos órgão especializados, presente em diversas categorias em premiações musicais pelo mundo e indicado à três Grammys. O álbum mostra a evolução da banda, assim como novas influências, talvez Only By The Night seja o álbum que mais fuja do estilo "Southern Rock" da banda, evoluindo para o "Indie" proveniente da paixão da banda pelo Reino Unido. Destaque para as faixas Sex On Fire, Use Somebody, Crawl e Closer.

Only by the Night experimentou um sucesso comercial assombroso, ficando entre o Top 10 em mais de 10 paises diferentes. o álbum foi certificado como best-seller na Austrália, recebeu 8x a certificação de platina, se tornando o álbum mais vendido de 2008 naquele país e o terceiro álbum mais vendido de 2008 no Reino Unido recebendo dois Brit Awards. Ainda mais, dois singles lançados deste álbum chegaram ao topo das paradas de sucesso, sendo que "Sex on Fire" se tornou o hit n° 1 na Inglaterra, na Austrália e nos Estados Unidos, perdurando na Hot Modern Rock Tracks, e também ficou como n° 2 na Nova Zelândia. O segundo single do álbum, "Use Somebody", também ficou na segunda posição nas paradas do Reino Unido e na Austrália, sendo o primeiro hit da banda entre o Top 10 nos EUA. O álbum foi nomeado Best Rock Album (melhor álbum de rock) no 51º Grammy Awards no qual a canção "Sex on Fire" também recebeu duas nomeações. Em termos de vendas internacionais, este álbum tem sido o maior sucesso comercial da banda até agora, vendendo 7.6 milhões de cópias pelo mundo.


Crítica e premiações:

“Only By The Night” entra com facilidade na lista de melhores álbuns de 2008 e mais do que isso, é sinal de que a carreira do Kings Of Lion ascende de forma gritante.

"Sex on Fire" ficou em primeiro lugar na Triple J Hottest 100 de 2008, "Use Somebody" ficou em terceiro, "Closer" ficou na posição n° 24 e "Crawl" ficou na posição n° 70.

recebeu a nomeação de "Melhor Álbum de Rock" no 51º Grammy Awards e, com o single "Sex on Fire", recebeu duas nomeações: "Melhor Performance de Rock por Duo ou Grupo com Vocais" e "Melhor Canção de Rock". Também foi premiado "Álbum do Ano" de 2008 pela Q Magazine, do Reino Unido, e eleito pela revista Rolling Stone como o 20º melhor álbum do mesmo ano.

Músicas:
01. Closer
02. Crawl
03. Sex on Fire
04. Use Somebody
05. Manhattan
06. Revelry
07. 17
08. Notion
09. I Want You
10. Be Somebody
11. Cold Desert

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Kings_of_Leon
 
http://programaaltofalante.uol.com.br/index.php?master=balaio&sub=cd&ac=2&id=400

Filme [Essencial]

Antes do Pôr-do-Sol
(Before Sunset)

ano de lançamento ( EUA ) : 2004
                        direção: Richard Linklater
                        estúdio:Castle Rock Entertainment / Detour Filmproduction
                        distribuidora:Warner Bros.


elenco:

• Ethan Hawke (Jessie)
• Julie Delpy (Celine)
• Diabolo (Philippe)
• Louise Lemoine Torres (Jornalista)
• Rodolphe Pauly (Jornalista)
• Vernon Dobtcheff (Dono da livraria)
• Mariane Plasteig (Garçonete)

 
Sinopse:

Jesse (Ethal Hawke) e Celine (Julie Delpy) se conheceram por acaso em uma viagem de trem que ia de Budapeste a Viena, passando o dia juntos e se separando no início do dia seguinte. Nove anos depois eles se reencontram, novamente por acaso. Jesse agora é um conhecido escritor, enquanto que Celine trabalha para uma organização de proteção ao meio-ambiente. Jesse agora está em Paris para promover seu mais novo livro e, após reencontrar Celine, passa com ela algumas horas, onde discutem o que aconteceu em suas vidas em todos estes anos.



           Antes do Pôr-do-Sol é uma continuação digna (continuação do Antes do Amanhecer). Na verdade não é um segundo filme, mas a continuação de uma estória, que como as estórias de nossas vidas estão sempre seguindo em frente. Dois pequenos momentos de duas vidas que quando se cruzam brilham e despertam o que há de melhor e mais belo. Dois pequenos momentos que podem valer mais que anos, momentos marcantes na vida dos jovens amantes, que nos fazem lembrar os pequenos e brilhantes momentos de nossas vidas. Essa é uma emoção, lembrança, que poucos filmes conseguem passar da tela para a vida real, da vida real para a tela. Filmes que não devem ser apenas vistos, mas apreciados. Duas obras primas do cinema e da vida.

          Às vezes o cinema pode ser uma válvula de escape, às vezes pode ser a janela da alma. Existem filmes que não esquecemos, falamos sempre sobre ele, lembramos as frases dos personagens, filmes que levam nossa emoção a flor da pele. Mas existem filmes que conseguem a mesma emoção de maneira muito mais sutil. São filmes que você vê, se vê na tela. Filmes que mexem com as nossas emoções mais íntimas, filmes que assistimos uma vez e quando revemos anos mais tarde, todas aquelas emoções voltam, mesmo que nossas vidas tenham mudado totalmente. Como é bom rever o que sentimos e quem éramos. Isso é o que sinto vendo Antes do Pôr-do-Sol.

Frases:


"Não se pode substituir ninguém, porque todo mundo é uma soma de pequenos e belos detalhes"

"Os casais estao confusos. Acho que e' porque o homem precisa se sentir essencial e nao consegue."

cena final:

“- Você vai perder aquele avião.

- Eu sei.”

Prêmios e indicações:

O filme ganhou dois prêmios: o Empire Award, em 2005, foi para Julie Delpy, na categoria de melhor atriz que, pelo mesmo motivo, também ganhou o SFFCC Award (só que esse prêmio, foi de 2004).


Ainda foi indicado ao WGA Award (melhor roteiro), OFCS Award (melhor roteiro, filme e atriz), Independent Spirit Award (melhor roteiro), Gotham Awards (melhor filme), Bodil (melhor filme americano), Urso de Ouro do Festival de Berlim (melhor diretor), Condor de Prata (melhor filme estrangeiro em idioma não hispânico) e o Oscar (melhor roteiro adaptado).

Fontes: http://www.adorocinema.com/filmes/antes-do-por-do-sol
http://www.cinemaemcena.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=11654&PID=749662
http://pt.wikipedia.org/wiki/Before_Sunset